O problema é que são dois negócios no mesmo balcão
De um lado a loja: bicicleta, peça, acessório, capacete, câmara. Do outro a oficina: revisão, troca, ajuste, alinhamento. A maioria dos sistemas do setor resolve bem um dos dois — e o outro vira caderno, planilha ou memória.
O prejuízo aparece sempre no mesmo lugar: a peça que o mecânico pegou para uma bike na bancada continua disponível no sistema, alguém vende no balcão, e o cliente da oficina fica esperando uma peça que não existe mais.
Um estoque só, para os dois lados
A peça sai pela ordem de serviço, do mesmo jeito que sairia por uma venda. Não é lançamento separado feito no fim do expediente:
- Venda de bicicleta, peça e acessório no balcão, com o caixa fechando no fim do dia.
- Ordem de serviço de revisão, troca, ajuste e alinhamento, com a peça baixando por ela.
- Entrada de mercadoria pelo fornecedor, do pedido ao recebimento.
- Cadastro de peça, fornecedor e cliente num lugar só.
O histórico da bicicleta é o que traz o cliente de volta
Cada atendimento fica ligado ao cliente, com o que foi feito e a peça que entrou. Isso serve para dois momentos: quando ele volta e você precisa saber o que já mexeu naquela bike, e quando você quer chamar de volta quem está na época da revisão — que é a receita mais barata que uma bicicletaria tem, porque o cliente já é seu.
Serviço e peça pedem notas diferentes
Um atendimento com mão de obra e peça envolve dois documentos fiscais de esferas diferentes: a nota de serviço (NFS-e) é municipal e a de mercadoria (NFC-e ou NF-e) é estadual. O sistema emite as duas a partir do mesmo registro, em vez de deixar você montar cada uma por fora.
E o financeiro fecha sozinho
Contas a pagar, a receber e fluxo de caixa saem do que aconteceu nas vendas e nas ordens de serviço. Dá para saber quanto a loja ganhou no mês, e olhar separado o que veio do balcão e o que veio da oficina — que costuma ser a informação que ninguém tem e que decide onde vale investir.
Perguntas frequentes
A bicicletaria vende e conserta. O sistema atende os dois?
Atende, e é o ponto principal. A maioria dos sistemas resolve bem a loja ou bem a oficina, e a bicicletaria é as duas coisas no mesmo balcão: vende bicicleta, peça e acessório, e faz revisão, troca, ajuste e alinhamento. Aqui a venda e a ordem de serviço saem do mesmo estoque e caem no mesmo caixa.
A peça usada no conserto sai do estoque sozinha?
Sai pela própria ordem de serviço. Não é um lançamento à parte que alguém faz de memória no fim do dia — o que evita a cena clássica de vender no balcão uma peça que já foi para uma bike na bancada.
Consigo controlar as revisões e o histórico da bicicleta do cliente?
O atendimento fica ligado ao cliente, com o que foi feito e a peça que entrou. Isso serve para dois momentos: quando ele volta e você precisa saber o que já mexeu, e quando você quer chamar de volta quem está na época da revisão.
Emite nota do serviço e da peça?
Sim, e são documentos diferentes: a nota de serviço (NFS-e) é municipal e a de mercadoria (NFC-e ou NF-e) é estadual. Um atendimento que tem mão de obra e peça precisa das duas, e o sistema emite a partir do mesmo registro.
O financeiro vem junto?
Vem. Contas a pagar, a receber e fluxo de caixa saem das vendas e das ordens de serviço, sem planilha paralela para descobrir quanto a loja ganhou no mês.
Quanto custa?
A vertical de bicicletaria é fechada na conversa, conforme o tamanho da operação. Para referência do que a família Cores entrega com preço aberto, o Cores PDV começa em R$ 199 por mês, sem taxa de implantação e sem fidelidade.
Me conta como a sua bicicletaria funciona hoje.
Se a oficina e a loja usam o mesmo controle, e como a peça sai do estoque quando vai pra bancada. A partir daí a conversa fica objetiva.