Sistema de loja não serve para quem prepara o produto
Numa loja, o que você vende é o que está na prateleira: entrou uma peça, saiu uma peça, o estoque fecha. Numa cafeteria o que você vende **não existe** até alguém preparar — e o que sai do estoque é grama de café, mililitro de leite, o copo e a tampa.
É por isso que o estoque de cafeteria nunca bate num sistema de varejo comum, e por isso que quase ninguém sabe a margem real de um item do cardápio.
A ficha do produto liga a venda ao insumo
Cada item do cardápio tem a composição do que ele consome. Quando o cappuccino é vendido, o que baixa é café, leite e embalagem — na quantidade certa. Duas coisas mudam na hora:
- Você descobre que o leite vai acabar antes de ele acabar, não quando o cliente pede.
- A margem sai do custo real dos insumos, e aí aparece o item mais vendido que é o que menos rende.
- A compra passa a ser feita sobre consumo, não sobre memória do que costuma faltar.
- Aumento de preço do fornecedor aparece na margem do item, em vez de sumir no total do mês.
Do balcão para a cozinha, sem papel e sem grito
O que o atendente lança na comanda aparece na tela da produção. Isso corta o erro mais caro do balcão — o item preparado errado, que perde insumo, perde tempo e ainda faz o cliente esperar de novo — e tira da cozinha a dependência de decifrar letra em papel no meio do pico.
Funciona nos dois formatos: conta aberta na mesa, com lançamento ao longo do atendimento, ou venda direta no balcão para consumo rápido.
Cupom fiscal pelo próprio caixa
A NFC-e sai na mesma tela da venda, com o cupom na impressora térmica. Antes de emitir em produção, a empresa precisa estar credenciada na SEFAZ do estado — é dever de casa que envolve o seu contador e tem prazo de terceiro, então levantamos isso no começo da conversa e não na véspera de abrir.
E o financeiro fecha junto
Contas a pagar, a receber e fluxo de caixa saem das vendas e das compras de insumo. É o que permite responder quanto a cafeteria ganhou no mês sem uma segunda planilha — e olhar por item, não só o total do dia.
Perguntas frequentes
O pedido vai direto para a cozinha?
Vai. O que o atendente lança na comanda aparece na tela da produção, sem papel no meio e sem alguém gritar o pedido. Isso corta o erro mais caro do balcão, que é o item preparado errado — perde-se o insumo e o tempo, e o cliente ainda espera de novo.
Funciona com comanda e mesa, não só balcão?
Funciona nos dois formatos. Dá para abrir a conta na mesa e ir lançando, ou vender direto no balcão para consumo rápido, que é o cenário mais comum de cafeteria em horário de pico.
Como fica o estoque de um produto que é preparado na hora?
É o ponto onde food service difere de loja. Um cappuccino não é um item no estoque: são gramas de café, leite e o copo. A ficha do produto liga a venda aos insumos que ela consome, então o estoque baixa o que realmente saiu — e você descobre que o leite vai acabar antes de acabar.
Consigo saber qual item dá lucro de verdade?
Consegue, e essa costuma ser a informação que falta. Com a ficha do produto, a margem sai do custo real dos insumos, não de um chute sobre o preço de venda. É o que mostra que o item mais vendido às vezes é o que menos rende.
Emite cupom fiscal?
Emite NFC-e pelo próprio caixa, com o cupom saindo na impressora térmica. A emissão em produção depende de a empresa estar credenciada na SEFAZ do estado, e isso a gente levanta com você e com o seu contador no começo, não na véspera.
Quanto custa?
A vertical de cafeteria é fechada na conversa, conforme o tamanho da operação. Para referência do que a família Cores entrega com preço aberto, o Cores PDV começa em R$ 199 por mês, sem taxa de implantação e sem fidelidade.
Me conta como a sua cafeteria funciona hoje.
Se trabalha com mesa, balcão ou os dois, e como você controla o insumo hoje. A partir daí a conversa fica objetiva.