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CORES OFICINA · MECÂNICA, LATARIA E PINTURA

A ordem de serviço manda no estoque, no caixa e na nota.

Orçamento com foto do veículo, peça baixada pela própria ordem de serviço, compra com o fornecedor e a nota certa para cada coisa — a de serviço e a de mercadoria, no mesmo atendimento.

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O problema da oficina não é vender. É o que acontece depois do orçamento aprovado.

Entre o cliente aprovar e o carro sair, acontece tudo o que costuma escapar: a peça sai do estoque sem ninguém dar baixa, a compra no fornecedor é feita por telefone e não vira registro, a mão de obra fica anotada num caderno, e no fim do mês ninguém sabe se aquele serviço deu lucro.

Aqui a ordem de serviço é o centro. Ela é quem move o estoque, quem alimenta o financeiro e quem gera a nota — em vez de ser um papel que alguém depois tenta reconciliar com o sistema.

Serviço e peça no mesmo atendimento, com a nota certa para cada um

Esta é a parte que o setor resolve pior. Um mesmo atendimento tem mão de obra e peça, e são documentos fiscais de esferas diferentes: a nota de serviço (NFS-e) é municipal e a de mercadoria (NFC-e ou NF-e) é estadual. O sistema emite a partir da mesma ordem de serviço, em vez de obrigar você a montar cada documento por fora e torcer para os números baterem depois.

Orçamento com foto do veículo

A foto entra no orçamento junto do item, e serve para dois momentos distintos. Na aprovação, o cliente vê o que precisa ser feito em vez de ler uma lista de códigos — e aprova mais rápido. Na entrega, o registro de como o veículo chegou é o que encerra discussão, o que pesa especialmente em lataria e pintura.

Peça, compra e reposição, ligadas ao serviço que as consumiu

Entrada de mercadoria, saída por serviço e saldo ficam amarrados ao atendimento:

  • A peça sai do estoque pela ordem de serviço, não por um lançamento à parte feito de memória no fim do dia.
  • Controle de compras com entrada de mercadoria, do pedido ao recebimento.
  • Quando existe fornecedor que atende as peças de um determinado serviço, a reposição pode ser automatizada a partir do que a oficina consumiu.
  • Cadastro de peça, fornecedor e cliente num lugar só.

O objetivo é simples: descobrir que a peça acabou antes do carro estar no elevador.

Financeiro junto, não numa planilha ao lado

Contas a pagar, contas a receber e fluxo de caixa saem do que realmente aconteceu nas ordens de serviço e nas compras. É o que permite responder quanto a oficina ganhou no mês sem abrir uma segunda planilha — e olhar serviço a serviço, não só o total.

Onde isso se encaixa

O Cores Oficina é a vertical automotiva da família Cores, o mesmo núcleo que roda em loja e em serralheria, com a operação da oficina por cima. Atende mecânica, lataria e pintura. É a vertical mais nova da família, e o primeiro cliente está entrando agora — então a conversa é direta com quem constrói o produto, o que costuma significar mais influência no que entra primeiro.

Perguntas frequentes

O sistema emite nota de serviço e de peça na mesma ordem?

Sim, e essa é a diferença que mais pesa numa oficina. O mesmo atendimento costuma ter mão de obra e peça, e são documentos fiscais diferentes: a nota de serviço (NFS-e) é municipal e a de mercadoria (NFC-e ou NF-e) é estadual. O sistema trata as duas a partir da mesma ordem de serviço, em vez de obrigar você a montar cada uma por fora.

Dá para anexar foto do veículo no orçamento?

Dá. A foto entra no orçamento junto com o item, o que serve para dois momentos: aprovar o serviço com o cliente vendo o que precisa ser feito, e registrar o estado em que o veículo chegou — que é o que evita discussão na entrega, principalmente em lataria e pintura.

Como funciona o controle de peças?

A peça sai do estoque pela ordem de serviço, não por lançamento separado. Entrada de mercadoria, saída por serviço e saldo ficam ligados ao atendimento que consumiu a peça, então o estoque reflete a oficina de verdade, sem alguém dar baixa de memória no fim do dia.

E as compras junto ao fornecedor?

Há controle de compras com entrada de mercadoria, e quando existe fornecedor que atende as peças de um serviço a reposição pode ser automatizada, para a peça ser pedida a partir do que a oficina consumiu — em vez de descobrir a falta com o carro no elevador.

O financeiro está junto ou é outro sistema?

Está junto. Contas a pagar, a receber e fluxo de caixa saem do que aconteceu nas ordens de serviço e nas compras. O objetivo é não ter uma planilha paralela para saber quanto a oficina realmente ganhou no mês.

Serve para lataria e pintura, não só mecânica?

Serve. Lataria e pintura têm ordem de serviço mais longa, mais fotos e mais dependência de peça de fornecedor — que são exatamente os pontos que o sistema trata.

Quanto custa?

O Cores Oficina é a vertical mais nova da família Cores e ainda não tem tabela publicada; o valor é fechado na conversa, conforme o tamanho da oficina. Preferimos dizer isso a publicar um número que não vale para todo mundo. Para referência do que a família entrega com preço aberto, o Cores PDV começa em R$ 199 por mês.

Me conta como a sua oficina funciona hoje.

Quantos boxes, se faz lataria e pintura, e como a peça entra e sai hoje. A partir daí a conversa fica objetiva.

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