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CORES SERRALHERIA · ALUMÍNIO, VIDRO E FERRO

O orçamento sai na obra, antes de você ir embora.

Catálogo com as suas tipologias, orçamento montado em cinco passos no celular e o PDF pronto para mandar no WhatsApp — sem voltar para o escritório e sem refazer a conta à noite.

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O orçamento que demora três dias é o orçamento que você perde

O cliente chama, você vai lá medir, e o valor só sai à noite ou no dia seguinte — porque a conta depende de abrir a planilha no computador. Nesse intervalo entra o concorrente que respondeu na hora. Não é preço que decide esse trabalho: é quem chegou primeiro com um número que dá para confiar.

É por isso que o sistema é feito para o celular, em pé, na obra. Não é uma versão mobile de um sistema de escritório — é onde o serralheiro está quando precisa do número.

O catálogo é das SUAS tipologias, e funciona como carrinho

Você cadastra os modelos que realmente fabrica, com os seus materiais e os seus preços. Na hora do orçamento é só escolher a tipologia e a quantidade — janela de correr, porta de abrir, o que for — e o orçamento nasce preenchido, em vez de montar item por item toda vez.

É a diferença entre um sistema que impõe uma tabela pronta que não é a sua e um que aprende o seu jeito de fabricar.

Cinco passos, e o PDF sai no fim

Cliente, itens, custos extras, preço final, PDF. Nessa ordem, sem tela escondida:

  • Custos extras entram no orçamento (frete, instalação, o que o trabalho exigir) em vez de virarem prejuízo depois.
  • Margem, imposto e desconto são editáveis com um toque naquele orçamento — e voltam ao padrão no próximo.
  • O PDF sai pronto para mandar no WhatsApp, com a sua marca.
  • Estoque, clientes e mão de obra ficam no mesmo sistema.

O detalhe da margem parece pequeno e não é: é o que permite negociar num trabalho específico sem estragar a regra de preço de todos os outros — que é exatamente o que acontece quando a conta vive numa planilha copiada.

Mão de obra é o custo que some da conta

Material é fácil de lembrar: você comprou, tem nota. A hora de quem fabricou e de quem instalou é o que costuma ficar de fora do orçamento, e é justamente ela que come a margem sem aparecer. Por isso a mão de obra é parte do cálculo aqui, não uma estimativa mental.

Preço na tela

R$ 199 por mês no plano de entrada, sem taxa de implantação e sem fidelidade. Há planos maiores para quem tem equipe e mais volume. Publicamos o valor porque quem está pesquisando sistema precisa saber se cabe antes de gastar uma reunião — e porque preço escondido faz o comprador supor o pior.

Perguntas frequentes

Dá para montar o orçamento no celular, na obra?

Dá, e o sistema foi desenhado para isso. A cena real do serralheiro é em pé na obra ou dentro da caminhonete, com o cliente do lado esperando o valor — não sentado no escritório à noite. O orçamento sai do celular, com o PDF pronto para mandar na hora.

Como funciona o orçamento?

Em cinco passos: o cliente, os itens, os custos extras, o preço final e o PDF. O catálogo de tipologias funciona como um carrinho — você escolhe a janela, a porta, o modelo e a quantidade, e o orçamento nasce já preenchido, em vez de você montar cada item do zero toda vez.

Consigo mexer na margem de um orçamento específico?

Consegue. Margem, imposto e desconto são editáveis com um toque naquele orçamento, e voltam ao padrão das configurações no orçamento seguinte. Ou seja: você negocia num trabalho sem estragar a regra de todos os outros.

O sistema controla material e mão de obra?

Controla. Além do orçamento, há estoque, cadastro de clientes e o custo de mão de obra, que é justamente o que costuma ficar de fora da conta e comer a margem sem ninguém perceber.

Quanto custa?

O plano de entrada é R$ 199 por mês, sem taxa de implantação e sem fidelidade. Há planos maiores para quem tem equipe e mais volume.

Serve para quem trabalha com alumínio, vidro e ferro?

Serve. O catálogo de tipologias é do próprio serralheiro: você cadastra os modelos que fabrica, com os seus materiais e os seus preços. O sistema não impõe uma tabela pronta que não corresponde ao que você faz.

Me conta como você orça hoje.

Se é planilha, caderno ou de cabeça, e quantos orçamentos você faz por semana. A partir daí a conversa fica objetiva.

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